Bauru – Tratando o Cardiopata

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DiaA imagem pode conter: 12 pessoas 19 de maio tivemos em Bauru uma palestra abordando o tratamento de cardiopatas direcionado aos médicos veterinários e estudantes da região.

A palestra teve duração de 3 horas e o principal objetivo foi esclarecer o tratamento da insuficiência cardíaca refratária e medicina complementar em cães cardiopatas. Para isto, contou com profissionais como Dra. Maria do Carmo F. Vailati e M.V Esp Lucas C. Navajas.

De acordo com o retorno da regional responsável pela organização do evento, o retorno sobre o tema abordado, tratamentos e diagnósticos foi muito bem aceito pelos profissionais.

Se interessou pelo evento? Quer saber mais sobre quando teremos mais um? Fique atento em nosso blog!

Logo teremos novidades.

Palestra sobre Cardiorenal no Rio de Janeiro

Abordagem clínica da síndrome cardiorrenal em veterinária

No dia 11 de maio a SBCV organizou uma palestra direcionada aos veterinários do RJ sobre a ABORDAGEM CLÍNICA DA SÍNDROME CARDIORRENAL EM VETERINÁRIA
A grade A imagem pode conter: 6 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pécontou com profissionais de renome da área e ofereceu 3 horas com abordagens como manejo clínico-terapêutico, alterações ecodopplercardiográficas e diagnósticos.

As palestras foram pensadas a profissionais interessados na área de cardiologia e nefro além de estudantes de medicina veterinária.

De acordo com a regional do Rio, o evento foi um sucesso, com ótimo retorno dos participantes e até pedidos de mais aprofundamento no assunto!

Aguardem, pois logo teremos novidades para a região!

 

 

Você viu a posse?

 

Em janeiro de 2017 nova gestão que seguirá cuidando dos assuntos da SBCV tomou posse. De 2017 a 2020 este grupo de profissionais, apaixonados pela cardiologia veterinária estará a frente da organização de palestras, cursos e eventos cujo principal objetivo é a disseminação do conhecimento para médicos veterinários e concomitantemente, a conscientização da população sobre os cuidados com seus pets. Após duas gestões de sucesso, tendo o Dr Guilherme Goldfeder à frente da SBCV, uma nova fase se inicia, com uma diretoria encabeçada pela Dra Lilian Caram Petrus disposta a continuar a trajetória de luta pelo crescimento e difusão da cardiologia veterinária.

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A formalização desta passagem ocorreu dia 29 de janeiro de 2017

FÓRUM INTERNACIONAL SOBRE DIROFILARIOSE

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Garanta aqui sua vaga!

Data: 08 de julho de 2017 (sábado)

Horário: 8h30 às 18h30

Local: South American Copacabana Hotel – Rua Francisco Sá, 90; Copacabana – Rio de Janeiro; cep 22080-010 / tel (21) 2227-9161.

 

PROGRAMAÇÃO

 

8h00 às 8h30: Entrega de materiais

8h30 às 9h00: Histórico da dirofilariose no Brasil (Profª Drª Maria Helena Larsson – FMVZ/USP)

9h00 às 9h30: Ciclo do parasita e patogenia da doença (Dra Norma Labarthe – UFF/ Fiocruz)

9h30 às 10h00: Aspectos epidemiológicos da dirofilariose no Brasil (Dra Norma Labarthe – UFF/ Fiocruz)

10h10 às 10h40: Coffee break

10h40 às 11h10: Avaliação clínica do paciente infectado (MsC. Alexandre Bendas – IEMEV/ Doutorando UFF)

11h20 às 12h00: Avaliação cardiopulmonar do paciente infectado (Dr Clarke Atkins – Universidade da Carolina do Norte/ EUA)

12h00 às 12h30: Desafios no diagnóstico (MsC. Alexandre Bendas – IEMEV/ Doutorando UFF)

12h30 às 14h00: Almoço

14h00 às 15h20: Tratamento do paciente infectado: seleção dos candidatos a cirurgia e a terapia adulticida não-arsenical (Dr Clarke Atkins – Universidade da Carolina do Norte/ EUA)

15h20 às 16h00: Aspectos clínicos da dirofilariose felina (Dr Clarke Atkins – Universidade da Carolina do Norte/ EUA)

16h00 às 16h40: Coffee break

16h40 às 17h20: Opções terapêuticas disponíveis no Brasil (MsC. Alexandre Bendas – IEMEV/ Doutorando UFF)

17h20 às 17h50: Prevenção – como realizar e qual o paciente alvo? (MsC. Alexandre Bendas – IEMEV/ Doutorando UFF)

17h50 às 18h30: Meus casos complicados (Dr Clarke Atkins – Universidade da Carolina do Norte/ EUA)

 

 

Evento com tradução simultânea!

Inscrições através do site http://www.sbcv.org.br

Vagas limitadas!

 

Investimento:

– estudante de graduação sócio SBCV: até 08/06 R$150,02; até 02/07 R$200,02; até 08/07 R$250,02

– profissional sócio SBCV: até 08/06 R$180,02; até 02/07 R$230,02; até 08/07 R$320,02

– estudante de graduação não-sócio e residentes: até 08/06 R$200,02; até 02/07 R$250,02; até 08/07 R$300,02

– profissional não-sócio: até 08/06 R$300,02; até 02/07 R$350,02; até 08/07 R$400,02

– co-irmãs (ABEV, ABOV, ABROVET, AMVECOM, AMVEJUR, ANCLIVEPA, BVECCS, SPMV, SBDV): até 08/06 R$250,02; até 02/07 R$300,02; até 08/07 R$350,02

Dirofilariose – Inimigo em Ascenção

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A dirofilariose foi inicialmente identificada nos Estados Unidos em 1847. É uma doença cosmopolita, mais prevalente em regiões subtropicais e tropicais seu agente etiológico é conhecido como Dirofilária Immitis.

O parasita é um tipo de nematoda que tem como hospedeiro definitivo o cão, sua forma adulta reside no coração e nas artérias pulmonares podendo causar complicações como insuficiência cardíaca e doenças pulmonares com possível evolução ao óbito.

A dirofilaria é transmitida através da picada do mosquito infectado iniciando o ciclo, as larvas migram até o coração onde se tornam adultas. As larvas adultas produzem as microfilárias que são liberadas na circulação. O animal infectado é picado pelo mosquito, no mosquito a microfilária sofre mudanças e se tornam infectantes iniciando um novo ciclo.

Os animais infectados podem ser assintomáticos, ou apresentar sintomas como: perda de peso; intolerância ao exercício; tosse; letargia; dificuldade respiratória; desmaios e distensão abdominal.

O diagnóstico pode ser realizado através de testes rápidos de sangue ou exame de ecocardiografia, pela identificação dos vermes adultos no coração e artéria pulmonar. A abordagem terapêutica é dependente da severidade da infecção e deve ser sempre orientada pelo médico veterinário.

A dirofilariose é uma zoonose, isso significa que ela pode afetar nós seres humanos. Infecções a humanos são raras e não ocorrem por contato direto com os animais, assim como em nossos amigos nós precisamos ser picados pelo mosquito infectado.

A prevenção é a melhor opção, procure sempre a orientação de seu médico veterinário.